Dicas para Identificar Declínio Cognitivo no Idoso










Se você tem um idoso na família leia este texto!




O processo de envelhecimento normal pode conduzir ao declínio cognitivo, isto é, alterações no funcionamento cognitivo, incluindo dificuldades de atenção, modificações na capacidade de memória e  diminuição da capacidade de resolver problemas.  

A literatura sinaliza que o declínio cognitivo já pode ser percebido após os 45 anos, e sofre influências genéticas, de baixa escolaridade e de hábitos inadequados de saúde, acelerando com o aumento da idade, por isso, é muito importante que a família fique atenta aos sinais de declínio cognitivo em idosos para a realização de um diagnóstico precoce. 

O diagnóstico precoce é muito importante para qualquer tipo de doença, pois facilita o tratamento para a cura ou até mesmo para a estabilização, isto é, a aplicação de estratégias que impeçam que a doença se agrave, promovendo a melhor qualidade de vida do paciente.

Uma forma de identificar o início do declínio cognitivo é a avaliação das atividades diárias (AVDs) ou capacidade funcional do idoso, coisas que o idoso fazia e que agora não faz mais ou faz com grande dificuldade.

No consultório utilizamos alguns instrumentos para o rastreio de declínio cognitivo, mas você pode observar alguns sinais no idoso e procurar a ajuda de um profissional no início do declínio, favorecendo assim o diagnóstico precoce. 


Alguns sinais que podem indicar o declínio cognitivo são: 

  • diminuição da capacidade de realizar autocuidado, como escovar os dentes, tomar banho, vestir-se;
  • dificuldade em manejar o próprio dinheiro, fazer comida, cuidar da roupa, limpar a casa;
  • dificuldade em exercer papéis e atividades sociais, como dirigir um carro, usar um meio de transporte, usar o telefone, fazer compras; 

Fique atento aos sinais e procure a orientação de um profissional, assim você estará colaborando para que o idoso envelheça com melhor qualidade vida! 




O texto é informativo e não substitui um atendimento.



Fonte: 

Terapias cognitivo-comportamentais com idosos / organizado por Eduarda Rezende Freitas, Altenir José Gonçalves Barbosa e Carmem Beatriz Neufeld. - Novo Hamburgo: Sinopsys, 2016.

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